Se o Santander não faz, fazemos por ele!

Eu estava dando uma olhada no Coletiva.net quando me deparo com a notícia: Santander Cultural lança hotsite especial para concurso de longas. Achei muito bacana! Uma nova ferramenta, um novo ponto de contato, uma outra forma de divulgar  e democratizar a cultura no nosso estado. Show!

Na mesma notícia dizia que o hotsite tinha que ser acessado pelo site. Achei estranho pois perde a principal catacterísitca da ferramenta, ser independente. Tentei por uns dez minutos encontrar o maldito, uma eternidade quando se trata de comunicação online, mas nada! Então, comecei a navegar pelo site do Santander Cultural e fiquei extremamente decepcionado. As imagens não carregam, a página está formatada para uma tela com definição de celular 800 x 600, links não funcionam ou informam que não tenho permissão de acesso e por aí vai.

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Mas o Santander Cultural é o máximo, programação bacana, música boa, recentemente apresentou a Transfer e a cultura urbana para os cidadãos de Porto Alegre, inclusive com pista de skate dentro do museu. Maravilha! Eles tem um conteúdo com potencial absurdo e que gera notícia. Conclui que a comunicação do Santander se baseia mesmo é na contracapa de ZH.

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Então, quem deveria ou poderia fazer essa comunicação? Acredito que a culpa seja nossa também, somos mimados pelos nossos feeds e queremos tudo de mão beijada. Porto Alegre tem cultura e estrutura, a praça da alfândega respira arte, tem o MARGS o CEEE na Andradas, recentemente abriu o Complexo Master na cidade baixa, alguém já foi? Bom, eu faço mea culpa dessa falta de comunicação mas nunca é tarde para começar, o site tem alguns links que funcionam, então vai lá e dá uma olhada na programação de setembro para Cinema e Música e agenda no teu Outlook, Phoenix, deperta no celular, coloca um bilhetinho na parede, sei lá.

Depois, sim, se achares tudo ruim, tu podes mentir que se sentiu no Louvre fazendo a tosca da visita 3D e dizer que isso é comunicação de verdade!

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Margs e o Trensurb

O MARGS está com uma exposição muito bacana em comemoração ao ano da França no Brasil: Arte na França 1860 – 1960: O Realismo. Pra tirar beicinho de quem reclama que nossa cidade não está no cenário cultural. 

O foco da exposição, de acordo com o museu, está no período em que o realismo se afirma na arte francesa e passa a influenciar o panorama cultural internacional. A DCS fez uma campanha muito bonita, retratando personagens de grandes pinturas chegando à Porto Alegre por diversos meios.

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Fazendo um gancho muito medíocre, mas até apropriado, agora quem mora em Novo Hamburgo e nas redondezas pode vir à Porto Alegre de uma nova forma, expandiram o Trensurb. E a comunicação, não sei se proposital, é um banner expansível, sendo uma metáfora geek ou não, e mesmo que eu não acredite muito em banner, ficou bem legal:

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Sem querer desmerecer Novo Hamburgo, e tentando amenizar a mediocridade do meu gancho acima, diferentemente do que muitos acreditam, os frequentadores deste tipo de exposição são  proletariados. Sinceramente, patrícios não sabem apreciar este tipo de evento e qualquer pessoa que frequente, verá muito mais pessoas simples e que buscam um entretenimento para final de semana diferente de futebol e caldeirão do Huck, ainda mais agora, com um novo transporte!